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5 Cuidados ao contratar uma Babá



1. Definir o perfil profissional desejado

O primeiro passo para contratar uma babá é definir o perfil do profissional que você precisa e as características do cargo. Aqui, é preciso avaliar questões como carga horária e a necessidade ou não de dormir na residência, além de fatores como idade das crianças, cuidados especiais que devem ser observados e outras tarefas incluídas na função.

Por exemplo, se a babá precisar se responsabilizar pelas refeições das crianças, é importante que saiba cozinhar. Se a criança tem alguma doença que exija cuidados específicos, por exemplo, ter conhecimentos da área de saúde e experiência como cuidadora também é importante.

Avalie todas essas questões com calma para saber qual o perfil desejado para a contratação, assim é possível divulgar a vaga de forma mais clara para os candidatos. E lembre-se de que todas as funções devem estar especificadas no contrato e a remuneração deve ser compatível com as atividades desempenhadas pela babá.


2. Priorizar uma formação adequada

Não existe uma determinação de escolaridade mínima ou uma formação específica para exercer a função. Contudo, de acordo com a faixa etária dos seus filhos, é interessante observar a formação educacional e o nível de conhecimento sobre alguns assuntos antes de contratar uma babá.

Crianças têm uma tendência a copiar e a aprender pelo exemplo. Caso estejam aprendendo a falar ou em fase de alfabetização, a influência da babá será crucial. Além disso, é importante que ela tenha noções de desenvolvimento infantil, linguagem e segurança, mesmo que baseadas apenas na experiência.


A realização de algum curso na área pode ser um diferencial, ainda que não seja um pré-requisito para contratar uma babá. Existem muitos cursos disponíveis no mercado para cuidadores de crianças. Entre outras coisas, ensinam:

  • noções de primeiros socorros para cuidar de crianças;

  • cuidados com recém-nascidos;

  • brincadeiras e atividades para estimular o desenvolvimento do bebê;

  • conceitos básicos de psicomotricidade;

  • noções de etiqueta.

Considere a fase de desenvolvimento do seu filho ao avaliar a formação da babá, mas não esqueça que o tempo passa rápido e eles logo crescem. Uma profissional pode ser qualificada para cuidar de um bebê, mas não aguentar o pique de uma criança um pouco maior.



3. Observar critérios de higiene e preparo de alimentos

Outra questão muito importante se relaciona à higienização e ao preparo de alimentos. Mesmo que você tenha em casa outra empregada doméstica responsável pela cozinha, a babá é quem oferecerá a comida ao seu filho e, em alguns momentos, pode ser necessário preparar o lanche ou uma refeição rápida.

Certifique-se de que ela é cuidadosa na lavagem de frutas e verduras e se tem habilidades para descascar, cortar e preparar esses alimentos corretamente. Além disso, ela deve ter consciência da importância de uma alimentação saudável para o desenvolvimento infantil.


4. Avaliar capacidade de adaptação e comunicação

Por mais experiente que um profissional seja, é fundamental que se adapte ao andamento e à realidade da sua residência. Todas as famílias costumam estabelecer acordos e parâmetros para a educação de seus filhos, e a babá precisa ser inserida nesse contexto.

Converse com ela abertamente sobre as regras da casa e os limites de educação. Deixe claro que, apesar de ser a responsável na ausência dos pais, ela precisa agir de acordo com as determinações deles.

Também é fundamental que ela seja comunicativa, já que o diálogo com os pais precisa ser constante. Afinal, ela deverá mantê-los informados sobre o dia a dia, o comportamento e o desenvolvimento da criança. Esse diálogo aberto é essencial para estabelecer a confiança no relacionamento com a babá.


5. Observar a relação entre a babá e o bebê

Para ter mais segurança, durante a entrevista veja como é a interação da babá com a criança. É certo que, em apenas uma conversa, você não terá certeza sobre como será a convivência do profissional com o bebê, mas o primeiro contato é importante para ter uma boa noção das habilidade dela com o seu filho.

Outra dica é iniciar com um contrato de experiência. Assim, você conta com um tempo de adaptação para avaliar a convivência do empregado com a criança e se ele cumpre as expectativas do contrato.


A experiência pode ter até 90 dias e, ao término do período, você pode renovar o contrato ou, se preferir, encerrá-lo. A vantagem é que as verbas rescisórias são menores, sem a multa do FGTS e o aviso prévio, que também aumenta os valores referentes às férias e ao 13º salário proporcionais.




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